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Planejar é investimento e não uma gostosa aventura

Ampliação de investimentos direcionados a Educação é característico de Nações que compreendem a área como essencial para o desenvolvimento de uma Sociedade.

O ato de planejar denota responsabilidade, principalmente quando lembramos que o primeiro Plano de ação envolvendo todas as Secretarias e órgãos governamentais de uma Gestão Estadual só se deu no Brasil em 1960 durante o Governo de Carvalho Pinto. Planejamento visando metas de curto, médio e longo prazo.

O ato de planejar a aplicação de recursos financeiros demanda tê-los disponíveis. Administrar na escassez é uma prática de contingência que se aplica somente em alguns momentos. Não se esbanja recursos quando alia-se  necessidades de investimento no desenvolvimento Nacional ao gerenciamento de forma plena do capital financeiro, material e humanos.

Na Educação a recente aprovação na Câmara dos Deputados, no dia 26 de junho, de se ampliar meta de recursos para o setor dos atuais 5,1% para 10% do Produto Interno Bruto de forma progressiva ao longo de 10 anos gerou incomodos no Planalto. Governos acostumados a bravatas enquanto não era situação tem mostrado posições ortodoxas quando assumem as Gestões.

Não se trata de aventuras fiscais como foi anunciado na quarta feira. Ter em um planejamento recursos destinados a cada setor denotam um caráter democrático e desenvolvimentista. Não é aventura quando estes recursos são utilizados juntamente com uma prestação de contas transparente. Ao menos o mesmo que citou sobre aventuras fiscais ergue a bandeira para a transparência das informações e gastos públicos. Não sem tempo isso se dá no nível Nacional quando até mesmo pequenas estruturas como Unidades Escolares já expõem em seus blogs decisões votadas e discutidas em Conselho de Escola e Associação de Pais e Mestres.

O modelo que ainda impera dos recursos financeiros singrarem a cada ano para esta ou aquela área são ranços de um coronelismo e pessoalismo na Gestão Pública. Educação, assim como investimentos públicos, não podem ser encarados como moeda de troca para cargos e funções, igualmente públicas. Concursos existem e precisam ser ampliados para se diminuir nepotismos e uso da máquina estatal como se há alguns fosse propriedade.

Crédito das Imagens: Prof Christian Sznick
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2 Respostas para “Planejar é investimento e não uma gostosa aventura

  1. Já começa errado pelo nome – EDUCAÇÂO é função da familia, deveria ser Ministerio do ENSINO/APRENDIZAGEM.

    • Prof Christian

      Infelizmente Carlos a função social da Escola está em crise perante a Sociedade.

      Existe a tendência de tudo ser direcionado para a Escola resolver. Isso infelizmente afeta a formação e o desenvolvimento nacional pois desviam o foco para ações acessórias.

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